Cultura

Três Pontas vive noite memorável com show de Nanno Viana na celebração dos 168 anos da cidade

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A noite desta quinta-feira, 3 de julho, ficará marcada na memória dos trespontanos. Em meio às comemorações pelos 168 anos da cidade, o destaque foi o emocionante show do cantor e compositor Nanno Viana, que fechou o dia festivo com chave de ouro.

 

Após uma manhã dedicada a solenidades cívicas — com apresentações encantadoras das crianças das creches e dos alunos das escolas públicas e particulares —, o encerramento ficou por conta da etapa local do Festival Canto Aberto 2025. Logo após as 10 apresentações classificatórias, Nanno assumiu o palco e protagonizou um espetáculo que surpreendeu o público presente na Praça Cônego Victor.

 

Vencedor do Festival Nacional da Canção em 2016 e atualmente jurado do Canto Aberto, o artista capixaba mostrou por que é tão respeitado no meio musical. Com carisma e simplicidade, ele demonstrou profundo respeito pelos músicos locais e reafirmou seus vínculos com os festivais, palco onde sua carreira ganhou força.

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Para muitos que ainda não o conheciam de perto, a apresentação foi uma verdadeira revelação. O show começou com canções da MPB e, de forma natural, transitou por clássicos internacionais — incluindo sucessos de Michael Jackson. Nanno impressionou com sua potência vocal, timbre marcante e uma entrega rara nos palcos. Além de cantar, ele dançou, interagiu e se conectou com o público como se estivesse entre amigos.

 

O frio da noite nem foi percebido. A energia e o calor humano dominaram o ambiente.

 

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Considerado por muitos o melhor show do festival até agora, Nanno ainda trouxe surpresas. Convidou ao palco o músico Wander Scalioni, com quem dividiu o prêmio do Fenac em 2016. Mais tarde, protagonizou um momento mágico ao cantar com a artista Lydianne Brito no meio do público, transformando a plateia em um coro espontâneo e emocionado.

 

O clima de proximidade foi constante. Pessoas se aproximaram do palco, arrastaram cadeiras, formaram rodas de canto e registraram cada momento. A cada passo que dava entre o público, Nanno distribuía abraços, posava para fotos e mostrava uma empatia rara de se ver — especialmente com aqueles que viviam ali um momento único e inesquecível.

 

Seu repertório mesclou músicas autorais que marcam seus 20 anos de trajetória com a energia contagiante de sua terra natal, Vitória (ES), aquecendo o coração dos presentes mesmo com as baixas temperaturas.

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O tempo passou sem ser notado. Quando o show chegou ao fim, já era madrugada de sexta-feira, e a sensação era de que a festa ainda poderia continuar. Mas ainda há muito por vir no Festival Canto Aberto. E a apresentação de Nanno Viana já se eternizou como um dos grandes momentos das comemorações dos 168 anos de Três Pontas.

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