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Utilidade pública

Três Pontas abre Semana da Luta Antimanicomial com foco em liberdade, cuidado e dignidade

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A Semana da Luta Antimanicomial foi oficialmente aberta em Três Pontas na manhã desta quarta-feira (14), com uma programação voltada à valorização da saúde mental, à promoção do cuidado humanizado e à defesa dos direitos das pessoas em sofrimento psíquico. Com o tema “Liberdade, cuidado e dignidade”, o evento teve início com a realização do II Encontro Municipal de Saúde Mental, no Centro Cultural Milton Nascimento.

Organizado pela Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), a solenidade de abertura contou com a presença das autoridades, que reforçaram o compromisso da administração pública com a saúde mental e com a construção de políticas públicas que respeitem os direitos e a dignidade das pessoas em sofrimento psíquico.

O encontro reuniu também profissionais da saúde, da assistência social, educadores, profissionais autônomos, cerca de 80 estudantes do ensino médio da Escola Estadual Jacy Junqueira Gazola, usuários e familiares atendidos pelo CAPS, além da comunidade em geral. O objetivo foi ampliar o diálogo sobre as práticas de cuidado em saúde mental, incentivar a escuta qualificada e discutir formas de combater o estigma e promover a inclusão social.

Políticas de promoção à saúde mental

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O prefeito Luisinho destacou a importância do 18 de maio, data nacionalmente reconhecida pela luta antimanicomial. Segundo ele, a data representa muito mais do que uma lembrança: é um ato de resistência contra a segregação de pessoas com transtornos mentais, um chamado à empatia e ao compromisso coletivo com a dignidade humana. “É um momento para refletirmos sobre o passado, reconhecermos os avanços conquistados e, principalmente, reafirmarmos o compromisso com uma sociedade mais justa, que ofereça cuidado e acolhimento em liberdade”, afirmou.

O gestor parabenizou o trabalho desenvolvido pelo (CAPS) de Três Pontas. “Fico feliz em ver o empenho e a dedicação dos profissionais do CAPS. Sabemos que ainda há muito a ser feito, mas também reconhecemos que as ações desenvolvidas têm dado resultados positivos. Nosso compromisso é seguir investindo, ampliando os serviços e garantindo que cada cidadão tenha acesso ao cuidado digno e contínuo que merece.”

O vice-prefeito Maycon Machado destacou a importância simbólica e histórica da data. “Se existe um Dia da Luta Antimanicomial, é porque alguém sofreu. Toda data de luta nasce da resistência de pessoas que enfrentaram sofrimento, exclusão e injustiça”, afirmou. Ele acrescentou que, ao contrário de datas comemorativas como o Dia dos Pais ou das Mães, marcadas por celebração, datas como esta nos convocam à reflexão. “Que cada um de nós possa sair daqui como uma pessoa melhor, com mais respeito e empatia pelo próximo. Esse é o verdadeiro sentido da luta: transformar dor em consciência e ação.”

O presidente da Câmara Municipal, vereador Myller Bueno de Andrade, ressaltou a relevância histórica e social do evento ao lembrar que mais de 60 mil pessoas morreram em manicômios no Brasil, muitas vezes em condições desumanas, sem acesso a cuidados adequados e respeito à dignidade. Para ele, trazer discussões como essa para espaços públicos, como o Centro Cultural Milton Nascimento, é uma atitude necessária, cirúrgica, pontual e, sobretudo, fundamental. “Esses encontros têm o poder de transformar. São essenciais para que as novas gerações não repitam os erros cometidos por nossos antepassados.”

A secretária municipal de Educação, Mariane Pimenta, participou do encontro acompanhada de diretoras dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e de escolas da rede municipal. Em sua fala, ela destacou a importância de levar a discussão sobre saúde mental para dentro das instituições de ensino, envolvendo não apenas os profissionais da educação, mas também crianças e adolescentes. Mariane reforçou o compromisso da secretaria em apoiar iniciativas como essa. “Estamos sempre à disposição para colaborar e garantir que esse tema tão essencial seja abordado com seriedade e sensibilidade nas escolas”, afirmou.

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Myller destacou que a Semana da Luta Antimanicomial não deve ser apenas uma série de atividades formais, mas um movimento capaz de “mexer com as pessoas”, especialmente com os jovens. Em sua fala, fez uma crítica contundente ao uso excessivo de celulares, que tem afetado profundamente o comportamento e a saúde mental da população. “Ficar 19 horas por dia preso a uma tela não é normal. Precisamos falar sobre isso. Precisamos alertar, provocar reflexão, dar um verdadeiro chacoalhão”, afirmou. Para o presidente, esse tipo de evento planta sementes de conscientização e mudança, que germinarão fora do auditório, nas escolas, nas famílias, nas ruas — contribuindo para a construção de um futuro mais humano e consciente.

Ele também defendeu o papel ativo do poder público nesse processo de transformação. “É fundamental que os poderes Executivo e Legislativo sejam essas sementes do amanhã. Que ajam com responsabilidade, tanto na criação quanto na execução de políticas públicas que assegurem os direitos das pessoas em sofrimento psíquico e promovam o cuidado em liberdade, com dignidade e respeito.” Ao concluir, reforçou que o envolvimento institucional é indispensável para garantir que a sociedade evolua com base no cuidado humanizado e na valorização da vida.

O secretário municipal de Saúde, Felipe Pereira, destacou a importância do II Encontro Municipal de Saúde Mental e celebrou a participação expressiva do público no auditório do Centro Cultural. Ele contou que, ao receber a proposta do evento, considerou a iniciativa extremamente relevante, especialmente diante do crescimento dos casos relacionados à saúde mental no país. “Muita gente ainda não sabe, mas os transtornos mentais já estão entre os três principais motivos de afastamento do trabalho no Brasil”, alertou. Ele acrescentou que esse cenário é percebido tanto na administração pública quanto no setor privado, incluindo a própria Prefeitura de Três Pontas, o que reforça a urgência do debate e da promoção de ações voltadas à saúde mental.

Ao final de sua fala, Felipe deixou uma mensagem especial aos jovens presentes no evento, refletindo sobre o impacto do uso excessivo da tecnologia no cotidiano e nas relações interpessoais. “Há 10, 15 anos, eu estava exatamente onde vocês estão hoje, estudando, vivendo a juventude — e nós não tínhamos celular. E vivíamos muito bem, plenamente. Então, deixo aqui um pedido: desliguem-se um pouco dos celulares. Vivam mais o momento presente, convivam presencialmente. Estejam de verdade uns com os outros.”

A coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Maria Paula Naves Vasconcelos, reforçou que a luta antimanicomial vai muito além de uma data comemorativa e deve ser encarada como um compromisso diário. “Às vezes parece que é uma celebração, porque também celebramos, mas a luta é contínua. No CAPS, nossas armas são o sorriso, a alegria e a ocupação dos espaços da cidade. Os usuários da Rede de Atenção Psicossocial de Três Pontas resistem – e resistem sorrindo, existindo, se mostrando vivos”, afirmou.

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Ela destacou ainda que o centro vivencia cotidianamente os desafios e as conquistas dessa caminhada, e que, neste ano, o evento propôs uma reflexão urgente: os impactos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos na saúde mental, especialmente entre adolescentes. Segundo Maria Paula, a partir da pandemia, aumentaram significativamente os casos de jovens com sintomas graves de fobia social, ansiedade e evasão escolar, o que demanda uma resposta articulada de toda a rede de atenção. “Essa é uma nova realidade que tem nos procurado, e precisamos estudá-la, debater, refletir e construir políticas públicas que realmente acolham essa demanda que chegou até nós”, concluiu.

O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Eldo Lima, destacou a importância do envolvimento da sociedade civil nos debates sobre saúde mental e fez um agradecimento especial pela inclusão do Conselho no evento.

“Quero agradecer por terem lembrado do Conselho Municipal de Saúde. Isso é muito importante, porque hoje temos um conselho bastante ativo. Para quem não sabe, ele é formado por representantes de diversos segmentos da sociedade — não é composto apenas por servidores públicos. Temos também membros do setor privado, e isso enriquece muito o debate”, explicou Eldo.

Ele ressaltou que o conselho participa ativamente das reuniões e está sempre atento às questões que envolvem a saúde pública no município. “É uma honra representar esse conselho tão engajado, que discute, acompanha e contribui com as decisões na área da saúde.”

Durante sua fala, Eldo também compartilhou uma experiência pessoal que ilustra os frutos produzidos pelo trabalho desenvolvido pelo CAPS e pelos espaços de discussão promovidos no município.

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“Lembro que, quando comecei a me envolver com o Conselho, participamos da primeira Conferência Municipal de Saúde Mental aqui em Três Pontas. Foi ali que tivemos debates muito importantes sobre o fechamento e o isolamento de pessoas em sofrimento psíquico ou com dependência química. Eu venho de uma experiência de contato com clínicas de recuperação e casas de acolhida, e, na época, esses encontros me confrontaram. As palestras e até as conversas informais que tivemos me fizeram refletir sobre a importância de manter a pessoa em tratamento próxima da família.”

Segundo ele, essa mudança de perspectiva teve um impacto direto em sua prática pessoal. “Recentemente, há cerca de três meses, uma pessoa me procurou pedindo indicação de uma clínica. Mas, lembrando das conversas que tivemos aqui, orientei a procurar o CAPS. Disse: ‘Vá lá, eles vão te orientar. Se for necessário, haverá medicação, atendimento profissional’. O resultado foi muito positivo. A pessoa está em tratamento no CAPS, está trabalhando, com a família, vivendo uma vida praticamente normal.”

Eldo concluiu emocionado, reconhecendo a importância de espaços como o II Encontro Municipal de Saúde Mental. “Se eu ainda tivesse aquela mentalidade de antes, provavelmente teria indicado uma clínica, e essa pessoa estaria hoje afastada da vida em comunidade, da família. Claro que não é fácil, é uma luta constante. Mas vale a pena. Espaços como este são fundamentais. Às vezes a conscientização demora, mas aos poucos vamos semeando essas mudanças. Fica aqui meu testemunho: vale a pena.”

  

Uso de telas e os impactos na infância

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A médica pediatra Dra. Daniela Gouvêa de Miranda, membro titular da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e orientadora parental, fez um importante alerta sobre os prejuízos causados pelo uso excessivo de telas entre crianças e adolescentes. “Hoje eu vim falar sobre um tema muito importante: o uso abusivo de telas e o impacto disso na saúde mental de crianças e adolescentes.

Tanto crianças quanto adolescentes sofrem com os efeitos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos. O abuso das telas causa vício, dependência digital, e isso interfere diretamente no desenvolvimento cerebral. As consequências aparecem na forma de alterações de comportamento, queda no rendimento escolar, prejuízo nas relações sociais e aumento nas taxas de ansiedade, depressão e irritabilidade — especialmente na adolescência.

A questão do uso de celulares nas escolas é bastante polêmica. No entanto, a criação de leis que restringem esse uso foi extremamente necessária. A proibição tem trazido resultados positivos, como a diminuição da dependência digital, a melhora no aprendizado, no rendimento acadêmico e também no comportamento. Além disso, contribui para o fortalecimento das relações sociais entre os colegas e com os profissionais da escola.

É fundamental conscientizar os pais. Hoje, apesar das pessoas estarem fisicamente próximas, muitas vezes estão distantes emocionalmente. Vemos cada vez mais casos de pessoas que se comunicam com quem está longe e ignoram quem está ao seu lado — dentro da própria casa. Isso preocupa muito os profissionais de saúde.

As crianças precisam de convivência, de contato humano, de relações reais para se desenvolver plenamente. O desenvolvimento emocional e mental saudável depende dessas interações.

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É importante lembrar que o exemplo dos pais é essencial. Estudos mostram que, quanto menos tempo os pais passam diante das telas e mais tempo dedicam às crianças, melhor é o impacto no desenvolvimento infantil. Essa mudança melhora não apenas a saúde das crianças, mas também fortalece os laços familiares e sociais.

Para o desenvolvimento pleno de uma criança ou adolescente, são necessárias boas relações — com a família, com os amigos e com a comunidade. É através desse convívio saudável que eles crescem de forma equilibrada”, conclui Dra. Daniela Gouvêa de Miranda.

Educação para o uso de telas como proteção à saúde mental

A psicóloga Cristiane Nogueira, mestre em Psicologia pela PUC Minas e conselheira do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-MG), abordou o tema “Educação para o uso de telas como fator de proteção da saúde mental”, com foco especial nas crianças e adolescentes. Em sua fala, ela destacou que o uso abusivo de dispositivos eletrônicos e mídias digitais precisa ser encarado não apenas como uma questão individual, mas como um problema coletivo que exige enfrentamento com base em políticas públicas e maior conscientização social e familiar.

Cristiane alertou que o lugar que as telas e as redes sociais ocupam na vida das pessoas tem sido cada vez mais central, afetando não só crianças e adolescentes, mas também adultos e idosos. Ainda que a tecnologia seja parte do cotidiano, é necessário compreender que os impactos variam de acordo com a faixa etária e que, por isso, devem ser observados com atenção. A psicóloga explicou que limitar o tempo de uso das telas é uma forma importante de proteger a saúde mental. Para crianças de zero a dois anos, não é recomendável nenhum tipo de contato com telas, incluindo televisão, celular, tablet ou jogos eletrônicos. Entre dois e quatro anos, o uso deve ser limitado a no máximo uma hora por dia, aumentando para até duas horas diárias para crianças de cinco a doze anos. Adolescentes deveriam utilizar telas por, no máximo, quatro horas por dia, enquanto adultos não deveriam ultrapassar cinco horas diárias somando trabalho e lazer.

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Ela chamou atenção para o fato de que muitos adultos já excedem esse tempo apenas com atividades profissionais e, ao chegarem em casa, continuam a usar telas como forma de lazer, como no uso de redes sociais ou no consumo de séries e filmes. Por isso, é fundamental refletir sobre os modos de vida atuais e buscar estratégias alternativas para equilibrar o tempo de exposição digital com outras vivências fundamentais, como o convívio familiar, o contato com a natureza e as atividades presenciais.

Cristiane reforçou que é necessário educar para o uso consciente das tecnologias, e não apenas restringi-las. O objetivo deve ser formar indivíduos com senso crítico e capacidade de autocuidado, desde a infância. Essa educação digital também contribui para o fortalecimento de vínculos afetivos e sociais, que são pilares da saúde mental e emocional. Segundo ela, é a partir das relações humanas e do ambiente coletivo — em casa, na escola e na comunidade — que crianças e adolescentes se desenvolvem de forma plena e saudável.

Passeata no Centenário

As atividades da semana se encerram na quinta-feira, 16 de maio, com um momento especial de confraternização e mobilização popular. A partir das 9h, será realizada uma passeata e piquenique com saída da Praça do Centenário. A proposta é ocupar as ruas com alegria e conscientização, promovendo a inclusão social e o combate ao preconceito contra pessoas em sofrimento psíquico.

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Projeto propõe multa de R$ 30 mil e suspensão de até 10 anos da CNH em casos de morte no trânsito

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Um novo projeto de lei em discussão no Brasil tem gerado debate ao propor punições mais severas para motoristas envolvidos em acidentes de trânsito com resultado de morte. A proposta prevê multa de até R$ 30 mil e suspensão do direito de dirigir por até 10 anos, como forma de endurecer o combate à imprudência nas vias.

A medida busca ampliar a responsabilização de condutores que cometem infrações graves, especialmente em situações que envolvem excesso de velocidade, direção sob efeito de álcool ou outras condutas consideradas de alto risco. Segundo defensores do projeto, a legislação atual ainda é branda diante da gravidade desses casos, o que contribuiria para a sensação de impunidade.

De acordo com o texto em análise, a penalidade financeira elevada teria caráter educativo e punitivo, enquanto a suspensão prolongada da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) funcionaria como mecanismo para retirar das ruas motoristas considerados perigosos. Em alguns cenários mais graves, o projeto também abre espaço para a cassação definitiva do direito de dirigir.

Especialistas em segurança viária avaliam que medidas mais rígidas podem ajudar a reduzir os índices de mortes no trânsito, desde que acompanhadas de fiscalização efetiva e campanhas de conscientização. Por outro lado, críticos apontam que o aumento de penalidades, por si só, não resolve o problema estrutural, defendendo investimentos em educação no trânsito e melhorias na infraestrutura.

O projeto ainda precisa passar por comissões e votações no Congresso antes de uma possível aprovação. Caso avance, poderá representar uma das mudanças mais duras já propostas no Código de Trânsito Brasileiro em relação a acidentes fatais.

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Enquanto o tema segue em debate, a proposta reacende a discussão sobre responsabilidade, prevenção e os limites das punições no enfrentamento à violência no trânsito

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Mercado de café opera estável e com foco no cenário climático

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O mercado de café inicia o domingo, 26 de abril de 2026, com tendência de estabilidade nos preços, refletindo o comportamento mais técnico das negociações e a ausência de novos fatores de impacto imediato no cenário global.

Mesmo sem pregão ativo nas bolsas internacionais durante o fim de semana, os valores praticados na última sexta-feira servem como referência para produtores e compradores. O café arábica segue sustentado por fatores como clima no Brasil, variação cambial e ritmo das exportações.

🌍 Mercado internacional

Na ICE Futures US, principal referência global para o café arábica, os contratos recentes vinham operando com leve volatilidade. Investidores seguem atentos às condições climáticas nas principais regiões produtoras do Brasil, especialmente no sul de Minas Gerais.

🇧🇷 Cenário no Brasil

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No mercado interno, os preços permanecem relativamente firmes, com negócios pontuais e ritmo moderado. Regiões produtoras como Três Pontas, um dos polos cafeeiros do país, acompanham o comportamento externo e o câmbio, que influencia diretamente os valores pagos ao produtor.

A proximidade da colheita também contribui para um movimento mais cauteloso, com produtores avaliando o melhor momento para comercialização.

☕ Tendência

A expectativa para os próximos dias é de que o mercado continue sensível a três fatores principais:

Condições climáticas nas lavouras brasileiras

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Oscilações do dólar frente ao real

Demanda internacional

📊 Resumo

Tendência: estabilidade

Mercado externo: leve volatilidade recente

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Mercado interno: preços firmes, com negociações moderadas

Foco: clima e início da colheita

O cenário indica um mercado ainda equilibrado, mas atento a possíveis mudanças, especialmente com o avanço da safra brasileira nas próximas semanas.

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Domingo terá calor e pancadas isoladas em Três Pontas

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O domingo, 26 de abril, deve ser marcado por tempo típico de outono em Três Pontas, com variação de nuvens, temperaturas agradáveis e possibilidade de chuva passageira ao longo do dia.

Logo nas primeiras horas da manhã, o sol aparece entre nuvens, garantindo um início de dia estável e com sensação térmica confortável. A temperatura mínima deve ficar próxima dos 18°C, favorecendo atividades ao ar livre.

Ao longo da tarde, o calor ganha força e os termômetros podem alcançar até 29°C. Com o aumento da temperatura e da umidade, há previsão de pancadas de chuva isoladas, que podem ocorrer de forma rápida e irregular, sem atingir todas as áreas da cidade.

Durante a noite, o céu permanece com bastante nebulosidade. Ainda há chance de chuva fraca em pontos isolados, mas sem expectativa de temporais. A temperatura cai gradualmente, mantendo a sensação de clima ameno.

Tendência

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O período marca a transição para a estação seca no sul de Minas Gerais, com redução gradual das chuvas nos próximos dias.

Resumo do dia

Mínima: 18°C

Máxima: 29°C

Manhã: sol entre nuvens

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Tarde: calor e pancadas isoladas

Noite: muitas nuvens e chance de chuva leve

A recomendação é aproveitar a manhã para atividades externas e ficar atento às mudanças no tempo durante a tarde.

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