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Mercado do café inicia a quinta-feira (9) atento à colheita e às oscilações nos preços
O mercado do café inicia esta quinta-feira, 9 de julho de 2026, com produtores e compradores acompanhando o avanço da colheita brasileira e as oscilações registradas nas bolsas internacionais. Após um pregão de queda, o mercado físico segue atento ao ritmo da oferta e à demanda, fatores que continuam influenciando as negociações.
No Sul de Minas, importante região produtora do país, as principais praças registraram recuo nas cotações. Em Varginha (MG), a saca de café arábica tipo 6 foi cotada a R$ 1.810,00, com queda de 1,63%. Em Guaxupé (MG), referência para o mercado cafeeiro, a cotação fechou em R$ 1.761,00 por saca, baixa de 1,68%. Já em Campos Gerais (MG), a saca foi negociada a R$ 1.766,00, enquanto em Machado (MG) o preço ficou em R$ 1.670,00.
Na Bolsa Brasileira (B3), o contrato de café arábica com vencimento em setembro de 2026 encerrou o último pregão cotado a US$ 373,85 por saca, com desvalorização de 0,69%. No mercado internacional, o café robusta também apresentou queda na Bolsa de Londres, refletindo o aumento da oferta durante o período de colheita brasileira.
Analistas destacam que o avanço da colheita mantém pressão sobre os preços no curto prazo. Ao mesmo tempo, produtores continuam atentos ao comportamento do dólar, às condições climáticas e ao ritmo das exportações, fatores que podem influenciar os próximos movimentos do mercado.
Para os cafeicultores do Sul de Minas, a expectativa é de continuidade das negociações de forma cautelosa, enquanto compradores avaliam oportunidades diante das oscilações diárias das cotações.