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Cotação do Café neste Domingo, 1º de Março de 2026
O mercado do café inicia o mês de março com estabilidade nas principais praças produtoras do Brasil. Neste domingo (1º), as negociações seguem refletindo o comportamento da última semana, marcada por oscilações moderadas nas bolsas internacionais e ritmo mais cauteloso no mercado físico.
☕ Arábica
O café arábica apresenta preços firmes, com a saca de 60 kg girando em torno de R$ 1.790 a R$ 1.820, dependendo da qualidade e da região produtora. A movimentação acompanha os ajustes registrados na Bolsa de Nova York, onde os contratos futuros encerraram a semana com leves variações técnicas.
Os investidores seguem atentos às condições climáticas nas principais regiões produtoras do Brasil, fator que continua sendo determinante para a formação dos preços neste período pré-colheita.
🌱 Conilon (Robusta)
Já o café conilon mantém cotações próximas de R$ 1.020 a R$ 1.060 por saca de 60 kg. O mercado segue influenciado pela oferta internacional, especialmente diante da expectativa de boa produção em países asiáticos.
A procura interna pela indústria nacional sustenta os valores, evitando quedas mais acentuadas.
📊 Mercado Futuro
Na B3, os contratos futuros do arábica operaram com leve ajuste na última sessão da semana, refletindo um cenário de equilíbrio entre oferta e demanda.
Já na ICE Futures US (Bolsa de Nova York), os contratos com vencimento mais próximo registraram pequenas oscilações, em meio a movimentações técnicas e reposicionamento de investidores.
🌍 Fatores que Influenciam o Mercado
Entre os principais fatores que impactam a cotação do café neste início de março estão:
Expectativa de safra brasileira 2026/27
Condições climáticas nas regiões produtoras
Oscilação do dólar frente ao real
Nível de estoques globais
Ritmo das exportações brasileiras
🔎 Tendência
O cenário atual indica um mercado atento e sensível a notícias climáticas e cambiais. Embora haja pressão da oferta global, a demanda segue consistente, o que mantém os preços em patamar considerado remunerador para parte dos produtores.
O início da colheita nas próximas semanas deverá trazer maior definição sobre a tendência para o segundo trimestre de 2026.