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Cotação do Café
Cotação do Café em Três Pontas (MG) — Sexta-feira, 12 de Setembro de 2025
Três Pontas, Minas Gerais — O mercado físico do café segue apresentando variação moderada nesta sexta-feira, com reflexos do cenário nacional de commodities e do desempenho das bolsas internacionais.
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📈 Preços e Referências Atuais
A cotação da saca de café (60 kg) no mercado nacional está em R$ 2.325,54.
Em Três Pontas, de acordo com a Cocatrel, a última cotação registrada (sem considerar ICMS) para café tipo COC-1 foi de R$ 2.310,00.
Outras variedades também aparecem cotadas pela Coopercam: café Gourmet a R$ 2.410,00, APM a R$ 2.355,00, Duro Limpo a R$ 2.340,00, para regiões próximas.
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🔍 Tendências e Fatores Influentes
1. Variações recentes — Há uma leve queda no valor do café Arábica tipo 6/7 nos mercados físicos de algumas regiões de Minas, reflexo da oferta e também de expectativas sobre safra.
2. Mercado Futuro e câmbio — As cotações internacionais e o valor do dólar continuam exercendo influência sobre os preços pagos aos produtores. Oscilações nas bolsas internacionais puxam ajustes locais.
3. Qualidade e classificação — Diferenças como classificação (p. ex. “gourmet”, “duro limpo”, “APM”), qualidade, umidade, broca e impurezas continuam pesando bastante no preço ofertado. Como visto na variação entre preços da Coopercam para diferentes padrões.
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💡 O Que Olhar Nos Próximos Dias
Previsão climática: períodos de chuva ou seca podem impactar secos, qualidade e produtividade, influenciando os preços no mercado físico.
Demanda de exportação: com mudança nos custos de frete ou logística, exportadores podem ajustar suas ofertas, o que repercute internamente.
Política agrária e tributação local: ICMS e demais taxas locais podem modificar os preços líquidos recebidos pelos produtores em Três Pontas.
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📝 Conclusão
Hoje, produtores em Três Pontas têm referência de ≈ R$ 2.310,00 por saca para café tipo superior (COC-1), com mercado nacional entre R$ 2.325,00 para a saca de 60 kg. Embora não haja grandes saltos, o setor permanece atento a ajustes futuros, estimulados por variações internacionais, custos internos e a qualidade dos grãos.