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COTAÇÃO DO CAFÉ

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📈 Café tem leve alta no mercado físico; arábica se mantém abaixo dos R$ 1.800

Na sexta-feira, 11 de julho de 2025, o mercado brasileiro de café registrou estabilidade com ligeira valorização em algumas praças mineiras e recuo das cotações internacionais.

Mercado físico — café arábica

Em Guaxupé (Cooxupé), o valor da saca de 60 kg de café tipo 6/7 – bebida dura – atingiu R$ 1.730, com alta de +0,93 % em relação ao pregão anterior .

Em Poços de Caldas (Café Poços), a saca custou R$ 1.620, registrando recuo de **‑0,61 %** .

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Patrocínio (Expocaccer) apresentou cotação de R$ 1.760, queda de **‑0,56 %** .

Já Varginha (Minasul) stabilizou em torno de R$ 1.730, recuando ‑0,57 % dia a dia .

Segundo a média CEPEA/ESALQ, o indicador do café arábica no Brasil esteve em R$ 1.685,52 por saca em 9 de julho, com leve desvalorização diária de **‑0,03 %** . No mesmo período, o robusta era cotado em R$ 1.032,69, queda de ‑3,08 % na comparação com o dia anterior .

Mercado futuro e internacional

No câmbio internacional (ICE Nova York), os contratos futuros do arábica fecharam o pregão de 10 de julho cotados a cerca de US$ 287,80 por libra-peso (equivalente a aproximadamente R$ 2.126,40 por saca de 60 kg) .

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Já os prêmios para cafés finos variaram entre R$ 1.900 e R$ 2.000 por saca para o segmento de cereja descascado, conforme Escritório Carvalhaes .

Influências e contexto

A oscilação nas cotações está ligada a ajustes pontuais na oferta física, mas o quadro internacional também exerce papel central. A queda recente dos futuros reflete preocupações com possíveis melhorias climáticas nas regiões produtoras, embora o foco ainda seja a cautela com os estoques globais .

✔️ Conclusão

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Na reta final da semana, o café arábica se manteve firme entre R$ 1.620 e R$ 1.760 nas principais praças mineiras, sem grandes revoluções, mas com leves variações conforme o segmento e local. Já os contratos futuros e os prêmios para cafés especiais seguem acima dos R$ 2.000 por saca, sustentando o otimismo no setor.

🔍 Dica para produtores e traders: É recomendável acompanhar tanto o mercado físico (CMO) quanto os contratos futuros – especialmente ICE e B3 –, além de ficar atento às condições climáticas e ao câmbio, fatores que impactam diretamente no balanceamento da oferta global.

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